O minigame torna divertida a eliminação de focos do mosquito Aedes Aegypti

Em 2015, o Aedes Aegypti assombrou o Brasil. Mais de 1.649.008 casos prováveis de dengue foram registrados, foram mais de 20.661 casos suspeitos de frebre chikungunya e, a partir de abril, casos de febre causada pelo vírus zika começaram a surgir. Nunca o mosquito foi tão poderoso e perigoso quanto agora.

Pensando neste cenário, a Universidade Estácio em Campo Grande lançou o game Zika Zero. Criado pela EdTech, unidade da Estácio que desenvolve aplicativos, conteúdos interativos, sistemas e novas soluções para ensino, o minigame tem o objetivo de conscientizar a população sobre o grande problema que é a falta de cuidados com a própria casa.

zika zero 1

O jogo se inicia com um apanhado de notícias sobre a Dengue, Chikungunya e Zika, todas doenças causadas pelo Aedes Aegypti. Depois de uma breve explicação sobre a origem do mosquito, o game começa. Em um ambiente virtual que simula o quintal de uma casa, o jogador deve se movimentar e matar os mosquitos.

O objetivo do game é identificar e acabar com todos os criadouros do mosquito, como latas de lixo abertas, pneus abandonados, vasos de plantas com água, entre outros. Ao eliminar cada uma das situações que facilitam a procriação do Aedes Aegypti, o usuário recebe dicas de como acabar com os focos também na vida real.

Roberto Paes, diretor de suporte ao ensino da Estácio explica que “Games têm o poder de ensinar com mais pertinência que qualquer outro método. (…) Nosso desejo é aumentar a conscientização do jogador para o problema de saúde pública e fazê-lo repetir, na vida real, o que foi simulado no ambiente virtual do jogo”.

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O minigame é simples, mas bastante eficiente. Você pode acessá-lo aqui.