Genericamente, crowdsourcing é definido como o processo de obter ideias, serviços ou conteúdo necessários solicitando a participação efetiva de um grupo variado de pessoas e, especialmente, praticado a partir de uma comunidade on-line. Quanto mais as pessoas se conectam, surge mais interesse em querer participar da criação de algo que satisfaça as necessidades e aspirações do seu próprio círculo social.

Um exemplo bem comum é quando uma marca de refrigerante lança um sabor especial em atendimento a uma resposta do público que pediu aquele sabor, que seja por uma pesquisa da própria marca ou por comentários deixados em redes sociais, e-mails ou semelhantes.
Como Washington Olivetto disse certa vez: “É melhor ser coautor de coisas brilhantes que autor solitário de algo medíocre”. Seria de tamanho sucesso, caso adotado pelas marcas, uma atuação mais presente na vida de seus consumidores, não apenas para lhe empurrar seus produtos, mas sim abrir espaço para que possa se criar algo juntos, já imaginou? Construir uma identidade com opiniões, conselhos e dicas daqueles próprios que consomem? Hoje percebemos uma crescente mudança na gestão de diversas empresas pelo mundo, mas caminha a passos lentos e é geralmente praticado por grandes empresas, as médias e pequenas ainda se fecham sob pensamentos arcaicos de administração.

Utilizado de forma adequada, o crowdsourcing pode gerar ideias inovadoras, reduzir significantemente o tempo de pesquisas e do desenvolvimento de determinado projeto, inclusive diminuir os custos e ainda garantir uma relação afetiva, próxima, que cativa o consumidor. Hoje o cliente 3.0 não compra produtos, compra experiências, compra valores. Vamos lá, “abra a felicidade!” 🙂

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